domingo, 21 de outubro de 2018

Liberalismo e marxismo - Terceiro ano

Pessoal, seguem alguns materiais para estudo para a avaliação de quinta-feira.
Para retomarem as explicações em sala de aula, leiam esse texto do site de Educação da UOL , essa matéria da Carta Capital e os vídeos abaixo





domingo, 9 de setembro de 2018

Links para estudo - prova discursiva terceiro período

PRIMEIRO ANO
Para começar, sugiro a leitura do resumo na página da uol. Por ela, vcs terão um panorama geral. A seguir assistam o vídeo abaixo. Tem lá algumas imprecisões, mas nada que prejudique o foco central da explicação

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Depois, leiam mais esse texto da página de educação da uol. Por fim, leiam esse artigo da Aventuras na História.
Como nosso objetivo é entender melhor a democracia grega, vale a pena ler também o texto do Volatire Schilling.


SEGUNDO ANO
Para entender a Península Ibérica do tempo das Grandes Navegações, leia esse texto aqui, esse outro e  mais esse.
Para compreender as Grandes Navegações, vocês podem ler esse artigo português sobre os medos que rondavam as expedições, esse outro sobre os perigos das navegações e prestar atenção no mapa abaixo


Leiam também esse artigo e aprofunde seus conhecimentos com essa resenha de um livro sobre o Império Marítimo português.
Para a questão de África, estamos só na introdução. Então recomento apenas esse artigo e essa entrevista.


TERCEIRO ANO
Comece seus estudos pelo texto da Joelza. A seguir, passe para esse texto seguido desse outro.
Leia os textos e assista os vídeos sobre Iluminismo (#1, #2, #3, #4, #5, #7, #9 e #10) aqui (são meio chatos, mas têm bastante informação).
Prepare-se para a avaliação lendo análises políticas e econômicas e procurando encontrar nelas elementos liberais e anti-liberais.

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Segundo Ano - Expansão Marítima


1. Em relação à formação do reino espanhol, a historiadora Elaine Barbosa afirma que “a Igreja atuou como elemento de homogeneização, garantindo a hegemonia castelhana sobre os demais reinos e, concomitantemente, a superioridade de seu próprio poder”. (Barbosa, Elaine. A Encruzilhada das Civilizações: católicos, ortodoxos e muçulmanos no Velho Mundo. São Paulo: Moderna, 1977)
       Com base em seus conhecimentos sobre a história da Península Ibérica e a formação dos estados nacionais europeus, explique o papel da Igreja na afirmação do poder de Castela nos séculos XV e XVI.
2.  O texto abaixo se refere ao período das Grandes Navegações (séculos XV e XVI) e foi escrito por Fernando Pessoa, poeta português do início do século XX. Leia-o com atenção e, depois, responda às questões que o acompanham:

O mostrengo que está no fim do mar
Na noite de breu ergueu-se a voar;
A roda da nau voou três vezes,
Voou três vezes a chiar,
E disse: «Quem é que ousou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo,
Meus tetos negros do fim do mundo?»
E o homem do leme disse, tremendo:
«El-Rei D. João Segundo!»
«De quem são as velas onde me roço?
De quem as quilhas que vejo e ouço?»
Disse o mostrengo, e rodou três vezes,
Três vezes rodou imundo e grosso.
«Quem vem poder o que só eu posso,
Que moro onde nunca ninguém me visse
E escorro os medos do mar sem fundo?»
E o homem do leme tremeu, e disse:
«El-Rei D. João Segundo!»
Três vezes do leme as mãos ergueu,
Três vezes ao leme as reprendeu,
E disse no fim de tremer três vezes:
«Aqui ao leme sou mais do que eu:
Sou um povo que quer o mar que é teu;
E mais que o mostrengo, que me a alma teme
E roda nas trevas do fim do mundo,
Manda a vontade, que me ata ao leme,
De El-Rei D. João Segundo!»
a.    No poema acima, Fernando Pessoa escolhe como personagem um monstrengo para dialogar com o navegador. A escolha justifica-se pelas idéias que os homens do século XV tinham sobre o mar. Que idéias eram essas?
b.    Com base em seus conhecimentos de História, responda: os portugueses tinham razões para temer as viagens marítimas? Justifique.
c.    De acordo com o poema, a quem os navegadores serviam?
d.    Utilizando seus conhecimentos de História, explique as razões que levavam os portugueses a se aventurarem pelo mar.
e.    Os portugueses disputaram a descoberta de novas rotas marítimas com outro importante reino no século XV. Que reino era esse e em que rota cada um decidiu investir?
3.     Faça uma pesquisa sobre a obra Os Lusíadas, de Luís de Camões (século XV)
a) Quem é o herói do poema?
b) Compare a representação que os Lusíadas faz das Grandes Navegações com a representação delas feita por Fernando Pessoa.


quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Atividades de Grécia Antiga - Primeiro Ano


1. A ágora, praça principal da pólis, era um espaço sem edificações, onde os cidadãos gregos conviviam e travavam discussões políticas. Por isso, a ágora é considerada um espaço da cidadania. Alguns pesquisadores contemporâneos afirmam que a internet é a ágora da atualidade, no sentido de permitir que todas as pessoas se expressem e se posicionem perante as questões sociais e políticas. Redes sociais criadas em espaços como o twitter, orkut, msn, blogs e demais sites pessoais, ou mesmo as páginas do governo e instituições públicas permitem que pessoas de diferentes localidades estabeleçam debates políticos. Tendo em vista estas afirmativas, responda as questões abaixo em seu caderno e discuta-as com seus colegas:

a) Ao estudar a democracia ateniense você aprendeu que nem todos os membros da polis gozavam do direito à cidadania. A quem esse direito era negado?
b) Consulte a Constituição brasileira e responda: no Brasil existem restrições ao direito à cidadania?
c) Em sua opinião, o direito à cidadania é suficiente para que todos os cidadãos brasileiros participem ativamente das decisões que envolvem os interesses coletivos? Justifique.
d) Você considera a internet um espaço adequado para a prática da cidadania? Justifique. 

2. Leia o texto a seguir, que informa sobre algumas características da escravidão na Grécia clássica. Depois, faça as atividades.

É possível supor que em suas relações com escravos domésticos, os atenienses manifestassem maior humanismo que os habitantes de outras cidades. Por exemplo, nas conhecidas comédias de Aristófanes se pode encontrar amiúde entre os personagens um escravo que está instruindo e educando seu dono. Não se deve esquecer, entretanto, que a maior parte dos nossos conhecimentos se refere a escravos do Estado, cuja situação era consideravelmente melhor que a dos escravos de outras categorias. Na situação dos escravos podem notar-se grandes diferenças. Conhecemos escravos que trabalham de serventes domésticos, professores, médicos, comerciantes (inclusive grandes); e, por outro lado, sabemos de escravos das minas, do transporte, em que se apreciava não a qualificação, mas a resistência e a força física. Os proprietários de escravos consideravam às vezes vantajoso estimular alguns de seus escravos, colocando-os em situação privilegiada em relação aos outros. Alguns desses escravos chegavam a ter um bem-estar maior ou menor, possuir bens móveis e inclusive imóveis, e ter família (sempre com a permissão e sob a proteção de seu dono). Com tais escravos se preencheriam, essencialmente, as fileiras dos libertos. Todavia, ao lado destes, existiam milhares, especialmente nas minas, que se achavam submetidos a condições intoleráveis de trabalho. A estes se aplicava em grau maiúsculo o conselho de Xenofonte: “Fazer-lhes entrar em razão por meio da fome”; os escravos recebiam alimentos só em quantidade que lhes impedisse morrer de fome. A dureza de seu trabalho duplicava-se ainda pelo fato de que, para impedir que escapassem, lhes acorrentavam.
STRUVE, V. V. Historia de la antigua Grecia. Madri: Sarpe, 1985. (Texto adaptado.)

amiúde: com freqüência.

a) O texto nos permite afirmar que o que define a escravidão é a falta de compensação material pelo trabalho realizado? Por quê?
b) Tomando por base as informações do capítulo, explique em que sentido o escravo em Atenas se distingue do hilota de Esparta. 

3. O texto a seguir compara a democracia grega com o sistema democrático moderno. Depois de tê-lo lido, responda as questões propostas.

A democracia dos antigos era fundada sobre o governo da assembléia. Ao contrário da democracia moderna, nela não existem entidades intermediárias entre o indivíduo e o Estado. Já a democracia dos modernos é representativa. Ela é pluralista, isto é, apóia-se na multiplicidade das sociedades intermediárias – como os partidos políticos, os sindicatos e outras associações que funcionam como “ponte” entre os indivíduos e o Estado.

A democracia representativa também nasceu da convicção de que os representantes eleitos estariam em condições de avaliar quais seriam os interesses gerais melhor do que os próprios cidadãos, mais voltados para seus interesses privados. [...] Mas isso desde que o deputado, uma vez eleito, se comporte não como um homem de confiança com os eleitores particulares que o colocaram no Parlamento, mas como um representante da nação inteira
.

(Adaptado de BOBBIO, Norberto. Estado, governo e sociedade. Extraído de ARRUDA, José J. e PILETTI, Nelson. Toda a História. São Paulo: Ática, 2007, p. 53)

a) Qual é a diferença entre a democracia grega e a democracia moderna?
b) Como foi possível aos atenienses praticarem a democracia direta?
c) Em sua opinião, é importante que as modernas democracias desenvolvam mecanismos de participação direta da população em questões públicas? Por quê?

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Alguns links para estudo - Prova de múltipla escolha, junho de 2018 - primeiro, Segundos e Terceiros Anos

Pessoal, período difícil esse, hem? Procurei elaborar as provas acompanhando o máximo possível minhas aulas para que suas anotações sejam suficientes, mas seguem alguns links para ajudar no estudo:

Primeiro Ano
Um resumo dos vários períodos pode ser encontrado aqui;
Para aprofundar o entendimento da democracia grega, consulte esse site;
Aqui você encontra um quizz simples para testar o que sabe;

Antes da prova, vale assistir essa vídeo-aula

Segundo Ano

Para ler sobre o Renascimento Urbano e Comercial, leia esse site
Sobre o Islã, leia os links da uol (note que são dois), mais a entrevista com o escritor Mustafa Yazbek
Para Reconquista, não achei nada muito bom, mas dá para quebrar o galho aqui e para visualizar o avanço cristão, dê uma olhada nesse mapa animado. Reveja também os vídeos que deixei para a aula em que estava doente, na postagem anterior:


Um resuminho que fala da crise do século XIV pode ser encontrado no Guia do estudante
Para aprofundar, se houver tempo, você pode ler mais sobre as Cruzadas aqui  e vale muito a pensa dar uma consultada nessa página da Joelza para escapar de algumas armadilhas de vestibulares.

Terceiro Ano
Por causa de todos os nossos imprevistos, não há muito conteúdo acumulado. Revolução Inglesa pode ser estudada aqui (só para começar) aqui e aqui, Tendo tempo, assistam ao filme Morte ao Rei (mas tenham em mente que é um filme que procura passar pano para a nobreza).
Quanto à Independência das Treze Colônias inglesas na América, sugiro usar esse site, os slides desse site (e o texto) e todos os links da página de Educação da uol (ver links no fim da página indicada). Se tiverem tempo, vale ainda ler esse artigo e esse outro. 





quinta-feira, 7 de junho de 2018

Atividade Primeiro Ano - Grécia Antiga

Assista ao vídeo abaixo e registre em seu caderno as informações principais



Atividade Segundo Ano - A Reconquista

Assista aos vídeos abaixo e registre as principais informações em seu caderno


Começar a assistir a partir dos 27 minutos e 22 segundos: